Tapping Contra Baixo

Tapping Contra Baixo



Em todas as apresentações onde os baixistas demonstram o tapping no contra baixo, você está na fila do gargarejo, de boca aberta e perguntando a si mesmo: " Mas como o cara faz isto?. Preciso aprender a tocar está técnica de qualquer maneira!". Se for o seu caso, sua espera terminou!. Conheça os fundamentos da mais extraordinária forma de execução do mundo dos graves: o tapping!. Comentário de "Nilton Wood".



POSICIONAMENTO HORIZONTAL HAMMER-ON 

 


Estes são, a meu ver, os principais fundamentos para se adquirir a força e os posicionamentos necessários para executar a técnica de tapping. Procurei utilizar semínimas para que seja possível visualizar cada nota executada. O posicionamento das mãos é essencial: deixe o polegar da mão esquerda no centro do braço do instrumento, enquanto o da mão direita fica apoiado em cima. Não tem problema se, no início, a sonoridade resultante for de volume baixo, pois estamos apenas começando.! Lembre-se também da altura das cordas. 


 

 

 

POSICIONAMENTO DIAGONAL - HAMMER-ON



contrabaixo
Neste exercício, a execução deve ser iniciada no sétimo traste da corda Mi. O objetivo é propiciar desenvoltura em ambas as mãos para que se possa estar apto a aplicar a técnica de extensão (estiramento dos dedos) quando necessário. Alguma dificuldade pode surgir com as notas mais agudas, que esta maneira de tocar ainda é novidade. Não desanime! Caso o posicionamento na escala esteja muito difícil, procure tocar a estrutura um tom acima, voltando depois à tonalidade original.






INTERVALOS


QUARTAS, QUINTAS, OITAVAS E TERÇAS MAIORES



A partir desta etapa, iniciamos a nossa jornada harmônica no mundo do tapping. Os intervalos são uma inesgotável fonte de recursos em busca de novas sonoridades. A partir destes estudos, também será possível executá-los harmonicamente e, deste modo, criar melodias com uma das mãos enquanto a outra executa acordes. Lembre-se de que todas as notas devem soar iguais em termos de intensidade. Estes exercícios são relativamente fáceis de serem realizados, mas não se esqueça de que a precisão é muito importante: use o metrônomo ou algum aparelho similar para marcar o tempo. 







Exercícios Tapping - Intervalos - Terças maiores.jpg





TERÇAS MENORES E SEXTAS MAIORES 



Agora, vamos executar as terças menores e sextas maiores, que são muito úteis para o tapping, tanto melódica como harmonicamente. As terças menores requerem muito cuidado, uma vez que são de difícil posicionamento para quem está iniciando na técnica.
Mais adiante, está o primeiro estudo desta matéria, abordando a utilização das quartas e quintas. Tenha calma e não se deixe impressionar pelas duas linhas distintas em cada mão! Execute-as de forma separada até que esteja à vontade com o desenho melódico de ambas as partes. Em seguida, de forma lenta e gradual, execute o tema por completo. Não é tão difícil quanto parece! 







Escalas 

 




Qualquer estudante de música sabe que as escalas são a espinha dorsal de todas as estruturas musicais. Assim como nas demais técnicas, também podemos executá-las com o uso do tapping, utilizando fundamentos vistos nesta matéria. Calcado na escala de Dó jônio, o exercício traz apenas notas presas, uma vez que há outra técnica para as soltas.
Da mesma forma, no Ré dórico, caminhamos para a região mais aguda da escala. Em Mi frígio, é preciso ter muita atenção: a primeira nota (Mi) deve ser executada com o uso do polegar, de maneira similar à técnica de slap. O Fá lídio, por sua vez, aborda uma região mais grave do braço.
Os exemplos propostos visam mostrar como estruturas complexas podem ser executadas com este recurso. O mais importante é a passagem entre as regiões do braço do instrumento. Faça os exercícios de forma lenta e gradual.











Posição Tapping - Escalas - Mi Frígio.jpg